{FP} Destruction des péchés

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{FP} Destruction des péchés

Mensagem por Vanity F. Naschenweng em Sex Jul 18, 2014 2:42 am



Vanity Francelline Naschenweng
It is peace for Palestine to Babylon faith
Personalidade
Vanity do latim: vaidade. Mimada, inocente, imprudente. Essas três palavras seriam as que melhor podem descrever nossa garotinha. Não discute sobre qualquer assunto, e é facilmente manipulada. Mas essa é a fachada para a família. A garota é o que desejam. Algo tão mutável quanto o mundo. Se você precisa de uma garota forte, ela será. Precisa de um pouco de amor, ela dará. Precisa de uma morte, ela te oferecerá. Uma massinha de modelar com um rostinho bonito. Mas não se engane, suspiros e olhares tristes são a maior arma desta mimadinha princesa, apenas um "Ah como eu queria" e você está propenso a fazer as vontades de Vanity sem questionar.
Inglesa
17 anos
Good Girls e Populares
Nity, Queen V, Dead
Caiu na rede é peixe again
By:Niza

História
Eu quero ser uma loira oxigenada, uma ídola adolescente, eu queria não ser tão comportada. Eu quero ser normal...Mas não é isto que se acontece quando se nasce em uma família como a minha, melhor, como a nossa. Se está lendo isso é porque de algum modo veio a nos conhecer e está tentando entender o que acontece em nossas mentes, corações e até mesmo em nossos portões. Eu vou lhe contar o que acontece, eu vou lhe dizer cada segredo sujo, mas preciso que prometa que não irá contar a ninguém. O que venho a lhe dizer tem um proposito psiquiátrico muito maior que sua fofoca, então se não consegue manter a boca fechada para aqui, afinal todos sabem que duas podem guardar um segredo...Se uma estiver morta.
Ninguém nunca me disse que os mais novos deveriam pagar pelos pecados dos mais velhos. Nunca me disseram também que o mundo era justo. Ninguém se importa em ensinar duas garotas como nós, duas anarquistas de uma utopia fantasiada que vivem como querem desde sempre, mas tudo nos limites de suas possibilidades e férteis imaginação. Fui separada de minha irmã, com a qual divide a barriga por nove meses assim que nasci literalmente. Envy criada com amor e rigidez pela mãe, Vanity criada com o amor e sendo mimada pelo pai. Duas almas sozinhas que estavam vivendo as consequências de atos desconhecidos pelos quais os pais passaram. Mas a verdade, o ato, estava estampada na cara da família para qualquer bom leitor.
Nascidas na Inglaterra sempre fomos do tipo que nada falta, aos finais de semana víamos os pais dos quais não morávamos. Íamos as melhores escolas juntas, sempre juntas, durmíamos uma com a outra quando juntas. Sempre coladas uma na outra como unha e carne. Uma infância calma nos fez se acomodar na segurança de Bristol, mas uma adolescência conturbada nos atingiu com tanta força que ainda me pergunto se o ser que nos controla nos odeia. Uma sanidade arrancada a força e uma vida quase rasgada por um pequeno erro de cálculos.
Seria um fim de semana normal, a família faria um piquenique. Ou ao menos eu e minha irmã, juntas. Envy saiu cedo de casa com a mãe para comprar algumas coisas. Vanity fazia o pai soltar a garrafa de whisky desde a hora que acordou. Sabe, estávamos tão felizes, como duas crianças que ainda queriam ver os pais juntos, tínhamos planos. E sim, era sempre mais de um. Planos que escorreram como tinta jogada em um quadro. Planos que foram destruídos pelos monstros de Romero. Sim, aqueles clássicos da literatura pelo qual eu tinha tanto carinho. Aquele dia se tratata da morte. Em questão está a morte da alma, sem nada literal. Falo de morte interior. Uma morte indolor para uma e totalmente dolorosa para a outra. Minha irmã vê como o óbito, e eu vejo como o recomeço.
Vanity e papai se envolveram em um acidente de carro sério quando estavam indo ao local do passeio, Vanity teve três paradas cardíacas antes de entrar em um coma profundo. E eu? Eu tive um coração quebrado ao ouvir a noticia da morte de minha duplicata, daquela que dividia um pouco da minha alma, meu espelho. Era como se eu tivesse morrido também, da pior forma que podes imaginar. E durante dois anos, Vanity ficou em um cama de hospital, de olhos fechados e lábios calados. Enquanto Envy ficava em casa achando que sua irmã havia falecido, tendo alucinações sérias que a faziam chorar e tremer.
Mas meu "bip" voltou a funcionar. Acho que papai estava lá quando o sopro da vida foi jogado sobre mim. Fiquei mais uma semana no hospital em observação e fui enfim para a casa, para nosso lar. Mas Envy.... mamãe que sempre a preferiu por  ser ela uma garota mais forte e madura, ensinou que eu tinha falecido. Agora eu era um fantasma que assombrava os sonhos mais doces de minha irmã. E foi em um desses sonhos, tendo pessoas falando comigo. Tendo pessoas participando da minha suposta peça que Envy pirou e optou pelo suicídio. Foi internada por minha culpa, ou como prefiro ver, por culpa de minha mãe que lhe ensinou a mentira.
Era uma coisa tão estranha ver que todos faziam parte de minha alucinação, de meu sonho acordado. Era estranho o fato de todos fingirem que minha irmã realmente estava viva, mas eu sabia que não estava. Eu sabia que minha sanidade tinha sido arrancada de mim e que nada mais era real. E estou disposta a provar a todos que estou certa, por bem ou por mal. Eu não voltarei para aquela clinica psiquiátrica. Nunca mais.
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Re: {FP} Destruction des péchés

Mensagem por Marissa Langdom em Sex Jul 18, 2014 3:34 am

Aprovado
Vou dizer o mesmo que disse a Envy, afinal, não tem muitas diferenças. Adorei a ficha, a história das duas é totalmente interessante e eu não vejo a hora de vê-las postando. Seja bem vinda *-*

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